domingo, 30 de março de 2008

Musica Quebecóis

Encontrei um som sucesso por um acaso nas buscas de musicas em francês na NET.
A musica é cantada por um radialista e comediante francófono. Não por menos nascido em Ottawa (a província no lado inglês do Canada divisa com quebec), mas totalmente Quebecóis. A musica por si só é clara na preferência patriota.

Interprete : Patrick Groulx/Louis-José Houde
Auteur : Patrick Groulx/Louis-José Houde
Compositeur : Patrick Groulx/Louis-José Houde
Année : 2004



23 juin,
un peu nerveux,
vous êtes beau a voir,
le vent d'in ch'veux,
ya du beau monde icite a soir!

Un tapis couleur océan,
on c'est pas vu depuis longtemps,
avec des drapeaux bleu et blanc!

S'pas juste un drapeau s't'un mirroir,
qui réfléchi sur nos espoirs.
Ça fait du bien de s'voir de temps en temps,
pis de crier tout c'qu'on a en dedans!

Hé oh! Hé oh! nous autre on fait des Hé oh! Hé oh! Hé oh!
Oh hé! Oh hé! nous autre on fait des Oh hé! ça c'est comme Hé oh! mais à l'envers!

Dites dont à votre copine: Je t'aime!
Demandez lui qu'elle se dendine,
Faite lui un ''proute'' sur la ''bédaine''.

Se soir on est tous frère et soeur,
Va falloir y penser 2 fois,
avant de se ''frencher'' taleur!

Ya ben du monde qu'y'on prit un coup,
avec toute vos halene de bière,
on a pas bu pi on est saoul!

Es-ce qu'on est capable,
en tant que québécois,
de se lever debout!
On est 200 000 dans un parc,
en amour!

En amour avec un peuple,
un drapeau,
un chanteur,
un poète,
un comédien!

En amour avec une oeuvre,
un tableau,
un auteur,
une athelète,
un polititien!

Mais surtout en amour avec une langue,
qu'on préserve depuis 400 ans,
dans une mer d'anglophone,
pis on est encore là!

Pour parler le francais,
mais surtout,
parce qu'on a le droit d'être fier ce soir,
pis d'crier au monde entier: It was made in Quebec!

Renée Lesvèques,
Gilles Vigneau,
Félix Leclerc,
Charlebois,
Desjardins,
Harmonium,
It was made in Quebec!

Le cirque du soleil,
Bombardier,
Softimage,
Hydro québec,
Maurice Richard,
Céline Dion,
It was made in Quebec!

Roméo Dallaire,
Louise Arboure,
Mario Lemieux,
Courtemanche,
Denis Arcand,
Simple Plan,
It was made in Quebec!

Marc Garnau,
Leonard Coen,
Éric Gagné,
Guy Lafleur,
Jacques Villeneuve,
Robert Lepage,
It was made in Quebec!

Et il faut surtout,
mais surtout pas oublier...

Qu'y a tous ses gens,
tous ses gens qui arrive d'un peu partout,
Qui arrive au Québec,
et qui se mélange a nous!

Ya les Polonais,
les Chinois,
les Africains,
les Portugais,
les Suisses,
les Argériens,
les Italiens
et les Anglais!

Ya les Cubains,
les Mexicains,
les Espagnols,
les Libanais.

Ceux qui vienne de la Russie,
du Vietnam de l'Aïtie.
Il nous on aider à bâtir se merveilleux pays,
Le Québec, le Québec, le Québec est mon pays! Aah!

Fabriqué au Québec!
Fabriqué au Québec!

domingo, 9 de março de 2008

Praticar mais vocabulário de francês

Precisa praticar mais seu vocabulário de francês? Conheça o Quizlet.

Flashcards são muito utilizados por estudantes americanos (não sei no Canadá). Em NY e em todos USA muitas pessoas ficam no metro com seus cartões coloridos.

A idéia é bem simples. São vários cartões com a pergunta na frente e a resposta no verso. Você lê a pergunta, responde (na sua mente) e confirma se acertou no verso. Depois coloca o cartão no fim do bolo e pega o próximo.

Teoricamente tudo que exige uma certa dose de memorização pode ser estudado com flashcards.

QuizletQuizlet foi criado em cima da idéia básica que está por trás dos flashcards: perguntas e respostas. A diferença é que você pode fazer isso online, de várias maneiras interessantes. Além disso, se você preferir estudar à moda antiga, pode imprimir seus flashcards e estudar offline.

Por que utilizar Quizlet?
Primeiramente porque é gratuito. E de graça até injeção na testa (sem graça, né?). Bom, o que você pode fazer no Quizlet:

  • Criar seus próprios cartões, divididos em sets, quantos quiser
  • Compartilhar seus cartões com toda a comunidade ou somente com algumas pessoas
  • Usar os cartões criados por outros membros da comunidade
  • Criar grupos de estudo e incluir seus amigos e professores
  • Combinar sets para estudar mais de um tópico. Por exemplo, juntar “Dias da Semana” com “Meses” para estudar o calendário.
  • Estudar no modo Familiarize ou Learn. O primeiro modo é uma espécie de flashcards online e no segundo você tem que escrever a palavra para treinar a ortografia.
  • Estudar com Scatter (tipo um jogo da memória)
  • Fazer testes e custumizá-los de várias maneiras: quantidade de questões, tipo de questões, o que vai ser considerado na resposta (maíusculas/minúsculas, pontuação, etc)
  • Ver estatísticas de seus testes e de sua participação na comunidade
  • Importar/exportar listas de palavras
  • Imprimir em formato de lista ou de flashcards

Depoimento de Rodrigo Correia:

Funciona?

Depoimento de Rodrigo: É meio embaraçoso pra mim que estudo francês já faz um tempinho dizer que ainda não tinha decorado todos os dias da semana. Bom, estudei menos de 10 minutos e não esqueço mais! :-)

Praticando o Francês

Pratique francês e mantenha-se informado sobre o Québec assistindo TV na internet

LCNEstava procurando mais informações sobre o Québec e acabei encontrando mais uma boa maneira de estudar francês. LCN - Le Canal Nouvelles - é um canal de notícias québécois que disponibiliza em seu site um broadcast 24 horas com notícias ao vivo!

Lá você pode ficar conectado o tempo que quiser com programação ininterrupta. É como assistir o canal deles na TV, com direito até aos comerciais. Tudo em francês.

Experimente agora mesmo e imagine-se assistindo TV na sua futura casa no Québec! :-)

Media Player
Se preferir, abra o link diretamente no Windows Media Player e poderá assistir a programação em tela cheia. Clique em Arquivo, selecione Abrir URL e digite o endereço http://207.253.121.82/LCN


Podcast Français Facile

O Podcast Français Facile é mais uma ferramenta para estudar francês de graça na internet. Fiquei de cara com a qualidade desse podcast, muito bom mesmo alem desse nós utilizamos de outros, mas com certeza esse é o mais facil e muito muito interessante.

O site é dividido em níveis de aprendizado: débutant, intermédiaire e avancé. Nos exercícios de listening primeiro o texto é lido lentamente e em seguida com velocidade normal, como no post Les Vacances.

Existem também exercícios no formato “ecouter et répéter“, com ênfase nas palavras mais difíceis (um bom exemplo é a lição 1F do nível débutant), e lições de pronúncia (ex: prononciation de “je”).

Gramática e vocabulário também são estudados com audio.

Se você tem uma conta PayPal e o site de alguma forma lhe foi útil, considere uma doação. Nada é cobrado, mas acredito que um bom trabalho deveria ser recompensado. Além disso começamos a nos adaptar com as tips (gorjetas) que é uma regra social no Canada e USA.


VAMOSSS QUE VAMOS....


informações do site do Rodrigo Correia.

sexta-feira, 7 de março de 2008

"O Nosso Turismo"

Bem galera já tem tempo que não posto e vim pensando há tempos em escrever algo relacionado a realidade do turismo no Brasil, eu moro em Salvador/Ba uma cidade que vive do turismo, uma cidade que respira turismo e onde o povo é acolhedor, festeiro, hospitaleiro, onde ser baiano é sinônimo de calmaria, tranquilidade, sorriso estampado no rosto ou seja "rede e água de coco".

Sim, vivemos do turismo mas aonde está o respeito de quem trabalha com turismo? Aonde está a valorização desse profissional que até hoje não tem um regulamento(infelizmente vetado por nosso Presidente Lula)? Um profissional que passa 4 anos numa faculdade e que recebe ofertas de estagios para ganhar 200reais(incluso alimentação + transpote), um profissional escravo do trabalho, pois em sua grande maioria trabalhamos sabado, domingo e feriado(momentos onde grande parte está em "lazer"), um profissional que em seu quadro academico aprende varias areas desde Matematica á Historia, chego a concluir que es um profissional altemante qualificado e que hoje trabalha na area somente por amor, pois a recompensa desde moral a financeira não existe, pois não são respeitados os direitos do profissional, a carga horaria na sua grande maioria é muito alta, a qualificação exigida é uma das mais rigorosas e no final a recompensa: Salário médio inicial no Brasil: R$ 800, - COMPARANDO -, Salário médio inicial no Canadá: US$2,300. Eu não tenho duvidas onde morar e nem preciso citar educação, segurança, qualificação, nao preciso nem entregar no mérito da qualidade do ensino superior.

Hoje tenho amigos formados que trabalham na recepção de um Hotel e ganham 800reais(menos que 2salarios minimos) e ainda é exigido outro idioma fluente, conheço outros que trabalham no check in de cia aerea e ganham menos que isso, aonde vamos parar? será que para ser recepcionista precisa passar 4anos na faculdade, investimento alto em estudo de outra"s" lingua"s" ? "Eu me recuso a isso". Até quando o amor pela profissão vai mover essa area? sem contar naqueles que nunca passaram numa faculdade mas por falar um outro idioma ocupa a vaga de quem estudou ou estuda esse fenomeno, tudo é um tremendo absurdo, hoje estou desempregado mas nao vou me rebaixar a trabalhar com qualquer coisa para ganhar como se eles estivessem me pagando por um favor, eu quero um trabalho digno, quero me sentir útil, quero ter dignidade, eu grito na cara: "eu invisto alto e quero reciprocidade"!!! A realidade nos deixa triste.. "I don't want reality, i want magic by Blanche Dubois"

Desculpem mas apesar da grande criatividade, de uma grande inspiração, uma parada fantástica dos caráteres de todas as espécies moderadas, você deixa a bola cair. Desapontamento!

INFORMAÇÕES, PODEMOS CHEGAR LÁ:

PIB do setor de turismo no Brasil foi estimado em US$ 17,4 bilhões em 2004.

Em 2006, segundo o levantamento, a indústria do turismo representou 2,8% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro e 2,7% dos empregos do país. Nos cálculos do IBGE, o setor tem participação um pouco menor, de 2,23%, no total movimentado pela economia brasileira.

Uma pesquisa do Fórum Econômico Mundial, com sede na Suíça, mostra que o turismo brasileiro poderia trazer muito mais dinheiro para a economia se as barreiras burocráticas para a concessão de vistos e a questão da violência fossem superadas no país. O levantamento inédito põe o Brasil na 59ª posição entre 124 países que têm a melhor combinação de atrações, infra-estrutura e serviços para os turistas.

No ranking geral, o Brasil aparece atrás de nações latino-americanas como Costa Rica (41º lugar) e México (49º) e à frente de outros grandes países em desenvolvimento como África do Sul (62ª posição), Índia (65ª) e China (71ª).

O Fórum Econômico Mundial explica que o indicador de turismo não é "um concurso de beleza". Os primeiros colocados no ranking combinam boa infra-estrutura de transporte e hospedagem, conservação dos recursos naturais e culturais, segurança, competitividade em preço e políticas voltadas ao desenvolvimento do setor.

Os dez países mais bem colocados no ranking, dentro dessas regras de classificação, são: Suíça, Áustria, Alemanha, Islândia, Estados Unidos, Hong Kong, Canadá, Cingapura, Luxemburgo e Reino Unido.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008

Comprar ou não comprar um celular??


Eis um grande problema, o novo imigrante chega no Quebec, não tem endereço fixo, e a cada lugar que vai, pedem um numero de telefone, a saída que parece mais fácil é comprar um celular, existem para todos os gostos e bolsos, tem desde o pré-pago, até “promoções especiais”. Primeiro problema o imigrante chega com a visão que ele tem do sistema de telefonia celular do Brasil, para começar a história em 99 % dos planos o dono do celular paga quando recebe ligação e quando faz também, o lado bom é que quando liga para celular não paga nada. Isso faz com que as pessoas não dêem o numero a outras, não atendam ligação em determinados horários (quando elas têm o plano de x minutos para receber e/ou fazer ligações após tal horário). O segundo problema é que quando você assina um contrato com uma operadora muitas vezes você se compromete por dois e em alguns casos por três anos (parece que isso estar para mudar). Bom facilmente ter um celular vai custar 60 – 70 $ por mês enquanto que um telefone fixo da Bel fica no serviço básico 30 $ já com as taxas. No meu ponto de vista pense duas vezes antes de comprar um celular, verifique que alguém pode receber as ligações importantes (as relacionadas a obter os documentos junto ao governo) .

Outro ponto importante instalando um telefone compre uma secretaria eletrônica, você tem que se habituar a viver com elas, quase por tudo onde se liga cai numa secretaria eletrônica, você deixa uma mensagem depois te ligam, a mesma coisa com você te ligam e deixam uma mensagem, depois você liga, no começo é estranho isso, pois aqui no Brasil quando acontece de cair em secretaria eletrônica a maioria das pessoas simplesmente desligam.


by: texto modificado encontrado em um outro blog

quinta-feira, 24 de janeiro de 2008

Para quem gostaria de ficar em um Albergue Barato em Ville Quebec

Ae galera, vou postar aqui um texto de grande interesse para aqueles que pensam em se instalar em Ville Quebec e querem um Hostel "BB"(bom e barato)... fiz uma pesquisa e encontrei algumas coisas interessantes, vamos treinar o frances galera.. uhuhuh

Salut,

Il y a l'auberge de jeunesse sur la rue St-Ursule qui fait partie du réseau Hostelling International (www.cisq.org) et l'auberge de la paix sur la rue Couillard (www.aubergedelapaix.com). Mais je pense que le moyen le plus économique, c'est avec un CS qui a de la place pour 4 invités ou diviser le groupe entre quelques CS.

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Bilinguisme nécessaire dans les grands magasins e "I Don't Speak Fench"

Olá Galera, resolvi postar aqui duas reportagens interessantes sobre o mercado e as linguas faladas no centro do Quebec, para que possamos ter uma grande noção de como funciona e como está sendo a tendencia por lá. Boa Sorte e espero que todos possam compreender.

Bilinguisme nécessaire dans les grands magasins

Noée Murchison
Le Journal de Montréal
15/01/2008 06h02


Alors que le fait de travailler dans des commerces indépendants ou franchisés sans parler français est un jeu d'enfant, les grandes surfaces semblent avoir appris leur leçon depuis le débat autour du service en français chez Eaton.

Aucun grand magasin approché n'a finalement embauché la représentante du Journal de Montréal, même si elle a pu travailler facilement dans 10 commerces franchisés et cinq indépendants.

Des procédures d'embauche rigoureuses exigeant plus de temps ainsi que le bilinguisme pourraient en être la cause.

«On a besoin de gens en ce moment mais je ne peux pas te mettre sur le plancher. La clientèle est à moitié francophone et anglophone», précisait une supérieure de La Baie lorsque la journaliste s'y est présentée une seconde fois.

«Si tu prends des cours de français et que tu te sens meilleure, reviens nous voir», conseillait-elle.

Négligence

La Charte de la langue française oblige tous les commerces à offrir le service en français, mais les petits détaillants contreviennent beaucoup plus souvent à l'esprit de la loi que les grandes surfaces, confirme le porte-parole de l'Office québécois de la langue française.

«Le problème est dans les petits commerces, les dépanneurs, les restaurants. Dans les grands magasins et les franchises, la Charte est généralement respectée», commente Gérald Paquette.

Le français à Montréal

· En 2006, le français est tombé sous la barre des 50% en tant que langue maternelle sur l'île de Montréal.

· Dans la région métropolitaine, 65,7% de la population avait le français comme langue maternelle.

· En 2001, plus d'un million de personnes travaillaient sur l'île de Montréal, dont 60 % de francophones.

· Un travailleur sur quatre utilisait surtout l'anglais au travail en 2001 sur l'île.

Sources: Statistique Canada, Office québécois de la langue française


I don't speak French

Le français pas important





Malgré les 30 ans de la loi 101, les francophones peinent encore à se faire servir dans leur langue à Montréal. Une de nos journalistes a pu trouver 15 emplois dans des commerces en parlant uniquement anglais.

En quelques semaines, une représentante du Journal se faisant passer pour une unilingue anglophone a été embauchée dans plusieurs commerces avec un CV juste en anglais.

Dès la première journée, elle a obtenu deux emplois et trois entrevues, menant tous à son embauche.

Elle disait à tous les employeurs qu'elle savait dire un seul mot de français: «bonjour».

Des «chialeux»

La journaliste, qui peut s'exprimer en anglais sans accent, a travaillé directement avec la clientèle en tant que vendeuse, serveuse ou caissière.

Dans huit endroits sur 15, elle n'a jamais été obligée de dire un seul mot de français.

Un seul magasin a finalement placé la représentante du Journal dans l'arrière-boutique parce qu'elle n'arrivait pas à servir les clients en français.

Dans les 14 autres commerces, les patrons jugeaient que ses lacunes en français n'étaient pas très importantes, et ce, malgré les plaintes de la clientèle. «Ce n'est pas grave, ces clients-là sont chialeux», disait notamment une patronne. Une gérante francophone est même allée jusqu'à demander l'assistance d'une employée bilingue pour traduire l'entrevue d'embauche de la journaliste.

Plaintes

La plupart des emplois obtenus étaient en plein coeur de Montréal, l'endroit qui suscite le plus de plaintes pour la langue de service, selon Gérald Paquette, porte-parole de l'Office québécois de la langue française (OQLF).

«Le centre-ville de Montréal a une valeur symbolique. On a un problème si on n'est pas capable de s'y faire accueillir et servir en français», dit-il.

Un expert de la situation linguistique au Québec remarque que les gens se plaignent de plus en plus qu'ils se font servir en anglais à Montréal. Charles Castonguay l'a lui-même observé en tant que client.

«On dirait qu'on est en train de perdre le contrôle de la situation et que l'anglais est en train de redevenir la langue principale dans le centre-ville», constate-il.

Fiefs francophones

La représentante du Journal a décroché aussi des emplois dans des fiefs francophones comme la Rive-Sud et le Plateau Mont-Royal.

Elle a été engagée comme vendeuse sur le Plateau sans même que la gérante lui demande si elle parlait français.

Plusieurs patrons ont d'ailleurs félicité la journaliste, qui servait en anglais des clients majoritairement francophones.

«Tu es formidable avec les clients», disait un patron en qualifiant d'«excellent» le service offert par la journaliste.

Avis à nos lecteurs

Nous avons choisi de ne pas publier les noms des commerces qui ont embauché la représentante du Journal. Nous souhaitons ainsi éviter de montrer du doigt seulement certaines entreprises alors que les résultats de l'enquête reflètent un phénomène largement répandu.

De plus, les questions linguistiques ayant par le passé été à l'origine d'actes de vandalisme, nous préférons taire le nom de ces commerces afin d'éviter qu'ils soient ciblés, le cas échéant.

Les faits

Une journaliste du Journal de Montréal, Noée Murchison, s'est rendue dans 97 commerces de la région de Montréal avec un curriculum vitæ rédigé uniquement en anglais.

Le CV distribué indiquait l'anglais comme seule langue parlée, avec une certaine connaissance du français.

Quand un employeur questionnait la journaliste à savoir si elle parlait français, elle répondait: «Non, je comprends un peu, mais sans plus» ou «Non, je pourrais dire bonjour, mais c'est tout».

La journaliste informait tous les employeurs qu'elle serait incapable de répondre aux clients en français et de les servir dans cette langue.

En entrevue, la journaliste refusait toujours de parler français. Quand on lui demandait si elle était prête à apprendre le français, elle répondait qu'elle «pourrait peut-être essayer».

En servant les clients, elle ne disait au départ aucun mot de français. Lorsqu'un patron exigeait qu'elle salue ou remercie en français, elle se limitait à quelques mots comme «bonjour» et «merci».